domingo, 15 de outubro de 2017

Разве русские обманывали меня?


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Delícias Imperiais XIII. Império do Oriente.



Arte militar, milenar, transformista da sensualidade, erótica.
Corpo ofertado, submetido, disponível em plena consciência,
A qual busco perder, imobilizada, sentindo tua plenitude despótica,
À que me submeto sem remissão, desejosa de tua prepotência.

Amarras que sinto físicas outras mentais, afinal todas psíquicas,
Domínio fatal, maior não há, meu corpo todo a teu dispor,
Quero teu caralho, língua e dedos, castiga-me com taras oníricas,
Usa minha buceta, meu cu, esporra em mim, na boca sem amor.

Aperta as cordas no meu corpo, fere-me o físico e a mente animal,
Ferida ferirei a mim mesma, lançando a ti gemidos de gozo,
Como fera irracional te prenderei na buceta, meu recurso original.

Dominada te possuirei, submetida te dominarei, pois sabes como poucos,
Que sobre ti impero, que possuo teus sentidos, te controlo prazeroso,
Que sem te tocar farei teu pau ejacular como em festa de loucos.



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Delícias Imperiais XII. Império do Oriente.



Ata-me e devora-me, castiga-me como ordinária cadela,
Contempla-me e excita-te, põe em mim o teu caralho quente,
Esfrega meu corpo no teu, em minha boca teu tesão se desvela,
Enquanto ao sofrer nas tuas mãos, assim penetro em tua mente.

Dominar-te através do desejo, liberar-me de tanto anseio,
Sentir meu corpo fora de mim, me ver como louca fodendo,
Com vontade de me comer, enquanto teu pau manuseio,
Sentindo nas coxas, em meus pelos, o frescor do gozo escorrendo.

Imobilizada por ti, para ti me contorço, não te desobedeço,
Para meu macho puto em narcisa me torno, viro ninfa indecente
Insatisfeita eterna serei, sei que queres e  assim permaneço.

Jorrando seguidamente, sem toques e sem contatos,
Com um corpo por si insolente, gemendo como loba dormente
Rosnando como mulher desperta, pronta para teus mau-tratos.




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Delícias Imperiais XI. Império do Oriente.



Tépidas águas que tocam o meu corpo tesudo e desejado,
Que sinto entrar entre as coxas molhando os meus pentelhos,
Essa umidade sestrosa que excita meu cu subordinado,
Penetra-me a buceta, molha minh’alma, desvela meus anseios.

Dedos ágeis que, pressurosos, sempre me acodem na ansiedade,
Necessários que são à inevitável arte do amor solitário,
Que vem da imaginação tardia, versando sobre uma foda sem piedade,
Putaria misantrópica, da monja masturbada com relicário.

É a vista que se embaça no leve vapor das águas, da foda ansiada,
Os olhos que se semicerram ao avanço da siririca potente e insolente,
A mente que se apodera do corpo excitado e age na pele arrepiada.

É o gozo que vem como onda de uma maré violenta,
Que soluça na buceta como em entardecer sombrio e indecente,
E sai dela afora, diluída e dissoluta, desta alma em tormenta.



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Delícias Imperiais X. Império do Oriente.



A tua espera um corpo que se cuida, uma fêmea que se põe a teu dispor,
Água fria que lava e limpa meu suor, prepara-me para foder,
Sinto no meu corpo, mamilos que endurecem, buceta em total frescor,
Imaginista indecorosa, sonho a acalento, sem amor, de gozo padecer.

Lavo, não perfumo, cheiro de rabo, excitado odor de cú, turbulento,
Movimento indecente, de corpo descontrolado, involuntário,
Resultado de desejos e tesões, livres da estúpida razão, violento,
Posições desconcertantes, imposição permissiva, ato libertário.

Coxas que se esfregam, mãos que percorrem um corpo preparado,
Que excitam partes ofertadas num tabernáculo onanista,
No santuário das punhetas, no altar das esporradas consagrado.

Eu me cuido, lavo e limpo e te ofereço filho de uma puta,
O prazer de outra vez me melar, de gososa me ter à sua vista,
E ejacular louco e insano comigo, tua fêmea e mulher bruta.



segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Delícias Imperiais IX. Império do Oriente.




Como gueixa me preparo para a satisfação de nossas gônodas,
Para ejaculadas e esguichos infernais, putos e desavergonhados,
Para momentos em que, íntimo, esqueces quem fica em casa das bodas,
E vês naquela que não te ama, quem satisfaz teus vícios assanhados.

Rende e vende tua alma diante de meu corpo almejado,
Suplica àquela que imaginas possuir, tudo o que te nego,
Demanda meu corpo, bunda, boca e buceta, tudo desejado,
Mas nada concedido pela fêmea que te sou fatal quando te cego.

Ainda assim contempla-me, admira-me, sente em ti a vibração,
O sangue ululante que corre para teu pinto e o endurece,
O frenesi que transborda em tesão de tua alma em ebulição.

E mete essa pica, dura e pulsante, fode tua úmida amante,
Copula na que não te compreende e disso muito se envaidece,
Mas em quem, como o puto que és, te locupletas espumante.



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Delícias Imperiais VIII

                                     Jacques-Louis David (1748 - 1825). França. Retrato de Henriette de Verninac.


Imagem ambígua, da mulher em enigma, decifra-me e me devora,
Da burguesa que, amante secreta, na cama revela o que gosta,
Daquela que em penumbra perde a decência e pede sem demora,
Um pau duro a chupar, tapas na bunda, uma foda imposta.

Retrato falaz, enganadora e fatal, a mulher ideal é apenas pura ilusão,
Veste branco, virginal floreal, pálida e lúcida, esconde que é rara,
Pois ninfa, em pleno cio, sabe o que quer e precisa, sempre em tesão,
E sugestiva ela atrai olhos e mentes de machos e fêmeas, mostra sua tara.

Por dentro do branco repousa a pele excitada, os pelos da buceta,
Cabelos no rego e junto do cú, se mesclam fluídos e sudoreses,
Ela sabe chamar um corpo tesudo e, como ninguém, aplicar-lhe punheta.

Sabe também, como poucas, conduzir um pau duro nela infalível,
Que penetra triunfante seu corpo adentro, antítese de asceses,
Supremo instrumento de intenso prazer, pulsando imbatível.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Delícias Imperiais VII

                                      Jean-Auguste Dominique Ingres (1780 - 1867). França. La Grande Odalisque.

Otomana imperial, cobiçada por habilidades corporais, fêmea secreta,
Submissa e dominante, como é frequente, é aquela que, poderosa,
Usa o homem a vontade e se diverte nas mulheres com prazer e indiscreta,
Odalisca sensual, de bunda majestosa, cadela de classe, de foda generosa.

Em jardins de aventuras indecentes, chupo e embuceto um caralho,
Ao som de muachachas indolentes, peço foda e prazer em falsa submissão,
Firmo coxas e pernas , rebolo ventre e quadris, sou a Rainha do serralho,
Atraio olhares, mentes e corpos, enredo todos nas teias de minha possessão.

Exibo meu corpo cuidado, minha pele porejante, de suores escorregadia,
Plena de fluídos me sinto, pois na  buceta pressinto que um gozo está por vir,
Libero tudo e sinto em pleno peito o arfar de teu foder, tua ânsia, tua ousadia,
Enquanto solto tudo em meu delírio, mijo, gemidos, gozando até sucumbir.

Sou a grande odalisca, aquela sonhada em desenhos, aquela exaltada em cores,
Olho para ti meu modelo e me masturbo solícita, solitária na conquista,
Sabendo que me pertences, que a mim te submetes, imaginando em tuas dores,
Que ao me comer me possuis, esporrando sobre mim, tua infiel anarquista.



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Delícias Imperiais VI

                                                                                        Antonio Canova (1757 - 1822). Itália. Nayade.

Corpo em mármore modelado, projetado e perfeitamente imaginado,
Sou réplica ou modelo? Não sei. Sensual me vejo puta e me satisfaço.
Aprecio tuas formas, agrado-me das minhas, do escultor predestinado,
À minha beleza apreciar, e a sucumbir ao fascínio de meu corpaço.

Exibo-me em pose estática, fria como o mármore que me retrata,
Sinto o gozo que não sentes? Eu sei. Roço na cama buceta e mamilos,
Ergo a bunda e provoco, saio da frieza marmórea que te contem exata,
Transgrido tuas normas, ultrapasso teus sentidos perfeitos e tranqüilos.

Rebolo sobre mim mesma, exalto meu corpo e abuso de minha sedução,
Excito-me e te excito, bem sei, pois mesmo daqui, do outro lado antevejo,
Teu pau duro e cabeçudo, punhetado por mim livre e solto sem perdão,
Arregaçado e exposto, pedindo entrada em meu corpo, louco de desejo.

E agora que gozaste, imaginando em mim ejacular, meu puto louco e imoral,
Retorna ao teu pensar, ao teu mundo imperfeito no qual não me tens possuída,
Pois em artifício mágico e sorrateiro, sacana e indolente, típico de mulher fatal,
Em fotografia me transformo, como em teu mármore, perfeitamente concebida.


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Delícias Imperiais V

                            Antonio Canova (1757 - 1822). Itália. Pauline Bonaparte como a Vênus Vencedora.

Imperial e leviana, secreta meretriz que, canalha, se aprecia,
Exibicionista e narcisista, meu próprio corpo é visão que me sacia.
Acaricio e aliso a pele alva, arrepio os meus poros no contrapelo,
Excito-me e me masturbo, potente, indômita em desmazelo.

Imperiosa e sedutora, rápida, em chupadora de pau eu me transvio,
Peço foda, me ofereço a baixo preço, mereço machos em meu desvio.
Da pose impávida e serena, clássica, em plena expressionista me vejo,
Delirando promíscua, em mares de porra e fluídos de desejo.

Assombrada e assombrosa me surpreendo, cheia de taras de piranha,
Sem temores, no entanto, prostituo um corpo belo, treinado na artimanha.
Tudo prometo, tudo dou, mas nada concedo, pois sou a mulher fatal,
Aquela que, secreta, nunca anônima, vive na tua mente, feroz e imoral.

Aprecia então meu puto, a minha insanidade neoclássica e imperial,
Empunha firme esse caralho duro e venoso, esfrega essa cabeça venial.
Punheta por mim, excita-te me vendo em pose imperial de fêmea fatídica,
Goza, ejacula e esporra, lança ao ar por mim, tua paixão louca e impudica.